Vereadores lamentam o impacto da pandemia e apresentam requerimentos

Na sessão desta segunda-feira, 22, após a leitura da ordem do dia, o Presidente da Câmara Jefferson Ferreira comandou os trabalhos da Casa esclarecendo dúvidas dos vereadores em relação a projetos de leis que tramitam no Poder Legislativo. Na oportunidade, informou sobre reuniões que vão acontecer entres os edis e o Major Berenilson, além de um encontro com representantes da APLB Sindicato.
O vereador Kal de Zé Preto comentou sobre o requerimento de sua autoria, que reivindica a necessidade de formar convênios com clínicas particulares do município para atendimento às pessoas no combate à Covid-19, assim com disponibilidade de testes para esses pacientes, pois entende que este é o maior problema que o município enfrenta. “Os testes demoram até dez dias para sair o resultado. E os testes rápidos a pessoa fica livre e contamina mais pessoas por não ter um diagnóstico correto”, disse. “Tem duas clínicas na cidade que faz esse teste, lógico que será para pessoas que não tem condições, seria prioridade para quem mais precisa e os sintomas esteja mais grave”, continuou. “As clínicas são ágeis. Em cerca de uma hora sai o resultado”, informou. Comentou que já está sendo tomada as providências sobre os funcionários da UPA, tendo resposta da Secretária de Saúde, que vão pagar insalubridade e adicional noturno, pois contribuem muito esses funcionários e a pessoa trabalha mais satisfeito e desenvolve melhor, reivindicando um direito que é deles”, completou. Agradeceu o emprenho da Embasa no km 08, 10 e Fazenda Pegadas, que já está normalizando a chegada da água.
O vereador Nanal Vilas Boas lamentou a perda do Pastor Pacheco através do novo coronavírus. Em seguida, uma personalidade estadual, o Irmão Lazaro, vereador e candidato ao senado na última eleição. Lembrou que na última legislação fez uma indicação para que se reduzissem o passeio na Praça Otaviano Ferreira, pois o espaço está estreito para a movimentação de veículos, e com o estacionamento das motos dificulta ainda mais. “Diminuiu a calçada em frente a Center Móveis e a benfeitoria foi feita”, disse. Comentou sobre o Projeto de Lei Nº 211/2021 sobre ordenamento e transparência para operação de abastecimento de água através de carro pipa e dá outras providencias, “é normal o longo tempo de estiagem no sertão, e às vezes encontramos cidades que mal são abastecidas com o grande volume de chuva durante o ano, esse projeto vem dar critério aos abastecimentos e a gente entende que a Secretaria de Agricultura fica na situação difícil em atender conforme regulamento que não existe, fica através de ofício da Secretaria de Agricultura que é subordinada ao Poder, ao poder propriamente dito, e não de respeitar a constituição e os princípios básicos da administração pública, sobre a transparência e a publicidade”, explicou. “Assim ficará disponível para quem quiser fiscalizar o despacho da água para os moradores de comunidades rurais, o mais interessante é a transparência com a planilha entregue aos pipeiros”, adiantou. “Pessoas que tem condições de comprar a água vão até a prefeitura, enquanto a prefeitura tem uma demanda de pessoas carentes, e esse valor de três salários mínimos como referência de valor de baixa renda serve como índice oficial para que qualquer município venha viabilizar às pessoas mais carentes”.
O vereador Arivelton Mota externou sua preocupação em relação à pandemia, inclusive esteve no último sábado visitando a Praça da Feira, percebendo muitos feirantes sem usar a máscara, chegando a orientar alguns. “Além dos feirantes, percebemos visitantes do local”, completou. “A organização Mundial da Saúde indica o distanciamento social, o uso da máscara e a higienização das mãos com álcool em gel, dependendo de cada um de nós para que a pandemia cada vez mais se afaste, ou então é o que vemos nos meios de comunicações, muitas mortes”, disse. Pediu que a Secretária de Saúde faça a distribuição de máscaras na Praça da Feira-livre. Indicou a construção de um quebra-molas para a Rua Rosa Reis no povoado de Caiçara. Sobre a iluminação pública, está aguardando a chegada de material e a cobrança maior é na zona rural, que também paga a taxa de iluminação. “Com o índice de violência está sendo necessário. Imagina um casal de idoso nessa situação de escuridão?”, indagou. “Ao Diretor de Iluminação que se faça um trabalho na zona rural”, cobrou. “Na sede vem sendo feito a troca de lâmpada em alguns bairros”, informou. “A extensão de rede na Estação da Luz foi feita, colocaram energia nas casas e seis postes e faltam os braços”. “Na Praça da Bíblia, pede a poda das árvores, capina e uma geral no local.
O vereador Samoel Moto Táxi cobrou sobre a reclamação dos trabalhadores do Mercado do Produtor, onde o banheiro masculino está sendo fechado às 14:00hs e um produtor, que paga seus impostos, e não pode pagar por pessoas que estejam criando situações desconfortáveis. “O Secretário deve tomar as devidas providências”, pediu. Sobre a resposta da Secretária de Saúde, pediu que cada resposta não seja apenas de uma secretária e sim de várias, os vereadores fazem a visita, que não fique apenas no papel e sim resolver os problemas. “A UPA continua com apenas um médico, aquilo que for feito vou falando, não queremos quanto pior melhor”, relatou. “Visitando a empresa que pretende se instalar em Capim Grosso com vereadores e a comitiva da prefeitura, conversou com o proprietário, “tudo aquilo que vier gerar emprego é interessante para o município, quero saber se a prefeitura faz proposta assim para empresas locais que estão sufocadas e também precisam, é importante dar oportunidade a empresas de fora, mas muitas vezes também é importante dá oportunidade a quem é de casa”, ressaltou. “É importante criar esse diálogo e esse intercâmbio, gostaria de participar e trazer esse diálogo com esses terrenos”, adiantou. “Alguns vereadores são contra o local onde foi construído o curral”, afirmou. “A praça da Bíblia está abandonada, nem só a praça da bíblia, Capim Grosso inteiro, nós avisamos que não se coloca azulejo em praça e agora está lá toda quebrada”, finalizou.
O vereador Val de Pedrinho falou sobre a necessidade de utilização dos tratores que o município para prestarem serviços. Vendo a situação do homem do campo, fez um requerimento para que essas máquinas atendam a zona rural, “toda localidade tem tratores de associações e uma hora de trator chega a 150 reais, tem o dinheiro de arar e não tem para comprar a semente, e se o município ajudar vai beneficiar muito essas pessoas. “O prefeito e o secretário vai atender esse pedido nosso e fazer parcerias com associações”, disse. Informou que esteve com o Secretário de Obras e Urbanismo e a situação da cidade esburacadas vai ser resolvida, uma empresa já vai começar os serviços”, concluiu.

O Vereador Gilberto Alves informou que no próximo dia 26 a Secretaria de Assistência Social estará no povoado do Peixe, distribuindo kits contra o Covid-19. Cobrou a finalização da limpeza do povoado do Peixe, um mutirão a cada 15 dias, para resolver a situação, pois não tem pessoas suficientes para trabalhar no local.
O vereador Nen de Titininho lembrou o papel do vereador de fazer cobranças e também esteve acompanhado de outros vereadores na empresa NF Metálicas, que pretende se instalar em Capim Grosso. “Conversando com o dono da empresa, ele me disse que tem cinquenta funcionários, eu respondi que ali ele não teria cinquenta, então ele respondeu que no dia só tinha doze”. “Uma empresa daquela depende do tamanho da quadra, perguntei ao dono qual benefício que Capim Grosso estava oferecendo, ele respondeu que são dez anos de carência sem pagar imposto, a terraplanagem, instalação de água e de luz, toda empresa precisa de um terreno desse e é muito pouco funcionário para que se faça uma doação dessa”, comentou. Pediu uma reunião com Paulo da Embasa para saber o que está acontecendo com a falta de água. “O Governador esteve em Capim Grosso e repassou um milhão e duzentos mil reais para a empresa, então era para estar melhor”, reclamou. Pediu melhorias na iluminação do Bairro Jardim Formosa onde os moradores reclamam muito e demais locais que necessitam desse reparo.
O vereador Jó Queiroz informou que também foi até a empresa NF Metálicas, acompanhando outros vereadores e representantes da prefeitura. Falou sobre a interpretação da instalação da empresa que tem que ficar claro que o terreno não é apenas especifico para a NF, pois a Inveco já demonstrou interesse além de uma empresa de pneus e uma marmoraria e por fim. Uma geradora de energia solar, para no começo já ser instalada em Capim Grosso. “Claro que muitas empresas de Capim Grosso precisam e têm que olhar para o povo da nossa terra, porém esse tipo de serviço não tem, como os Guinchos, e se a empresa não for a frente, o terreno volta para a prefeitura”, explicou. “Tem que parar de politicagem, querendo jogar a população contra a empresa, cada vereador é quem vai votar a favor ou contra”. “O povo vem atrás do vereador, se for preciso eu vou até secretário e prefeito para ajudar as pessoas, a gente sabe que o povo precisa e não vem atrás do vereador por brincadeira”.
O vereador Bruno Vitor parabenizou pelo aniversário do cinegrafista Gilson Mendes. Pediu ao Presidente da Câmara, em nome dos demais vereadores, que mande um ofício assinado por todos para abrir mais um ponto do chafariz, “no Sete Porcos e também aumentar a vasão”. “Estamos passando por um perrengue na seca, precisa abrir mais um servidor, a fila está grande, o povo está precisando de água e os carros que podem colocar oito viagens só estão colocando duas, e sábado, domingo e feriado que abra das seis até meio dia”. Pediu requerimento verbal para a Secretaria de Urbanismo, pois Pedras Altas esta largada de entulho, lixo e mato, situação crítica”. “Um cidadão invadiu a estrada com uma cerca e que será retirada pelas autoridades, pois está dificultando a passagem das pessoas”, finalizou.
O vereador Professor Ney comentou sobre a visita a empresa NF Metálicas, para saber se existe o que produz e o que pretende no município. Várias perguntas e respostas convincentes. Explicou que o município não está dando terreno nenhum, é uma cessão de uso com prazos e metas, “qualquer dúvida pode ser sanada no contrato do uso e da garantia da geração de emprego e a quantidade”, apontou. “Acredito que o proprietário tinha 24 funcionários e estava com 12 no local”, explicou. “Além dessa fábrica em Simões Filho, tem outra em Feira de Santana, é preocupante quando cede o espaço e também impostos, empresa nenhuma vem se instalar de graça, tem que ter atrativo e nesse momento é o que o município propôs”, continuou. “O proprietário informou que precisa de área de manobra para trabalhar com carretas no futuro, coloca no projeto que a parte que ele não utilizar vai devolver, disse ter relação boa com outros empresários como a Inveco e um uma indústria de mármores, uma reformadora de pneus e outra de energia solar”, informou. “Precisa ter o investimento para que as empresas venham, precisa colocar água, energia, terraplanagem para atrair o emprego, pois o dono disse que a maior parte dos empregados seriam de mão de obra do local e cabe ao município qualificar os funcionários”, completou. “No início pode gerar 30 empregos, podendo chegar a 100 a depender como vai andar a empresa”, concluiu. O vereador informou que esteve na Secretaria de Industria e Comércio e com o prefeito para que possa abrir as ruas e colocar os meios fios, sendo primeiro passo para atrair várias empresas. O prefeito garantiu que nesses 15 dias será começado os reparos de calçamento. Em relação à distribuição de carros pipas, não ver problema em relação aos critérios e sim com a demanda e nos próximos dias esse abastecimento será normalizado. Sobre a Covid-19, os leitos, muitos ocupados inclusive tomando espaços de leitos do não Covid. Sobre os testes, o município já dispõe, são equivalentes a laboratórios locais e pensar em ampliar e disponibilizar um pouco mais. Capim Grosso iniciou a vacinação de pessoas com 65 anos ou mais.
ASCOM Câmara de Vereadores de Capim Grosso