Vereadores apresentam projeto para modernização do setor de limpeza pública

Vereadores apresentam projeto para modernização do setor de limpeza pública

O Vereador Jó Queiroz, disse que entende as discussões da Casa, que tem que dialogar e conversar. A respeito das câmeras de monitoramento esteve com o Prefeito Sivaldo, junto ao vereador Jefferson Ferreira, e foi garantido que já foi retomada as providências. Sobre as técnicas de enfermagem se manifestou em também ir até ao prefeito para conversar e debater sobre o tema.  Também em relação ao bairro José Mendes tem um requerimento de sua autoria referente ao pedido de calçamento das ruas paralelas ao contorno e já foram feitas as pavimentações da Rua da Borracha e Teodoro Queiroz, além do ponto de ônibus, Rua Angelita, a praça e reforma da Escola Zulmira, e agora um projeto pronto para ampliação da mesma escola, que está pequena e não tem condições de suportar tantos alunos. Referente a empresa disse que há quatro anos atrás teve o calçamento do Bairro Planaltino, e foi votado pela Casa e apoiado por todos e hoje tem 18 ruas calçadas no Bairro, então hoje não ver diferença no projeto de não ter o aval dos edis, porque gerar uma economia de mais de 400 mil reais anuais, e ao invés de pagar 100 mil a empresa, vai pagar 67 mil do financiamento e esses maquinários, serão do município. “Essa questão de falar que empresa tem mais responsabilidade de que prefeitura, não concordo, toda empresa precisa ter gestão, se uma terceirizada não tiver quem venha ter domínio e que a mantenha, bagunça a mesma coisa, basta ter responsabilidade, e parabenizo o secretário Edmario, que vem com total responsabilidade na área dele”, elogiou. “O que não é interessante já foi dito na Casa, é que não concorda com empresa terceirizada, então a gestão do prefeito Sivaldo está tirando as terceirizadas e dano espaço a mais pessoas para trabalharem”, disse. “Na apresentação mostrou que vai comprar dois compactadores de lixo, dois caminhões basculantes, dois caminhões ¾ , uma máquina de blocos intertravados, oito  trituradores de podas, um carrinho aspirador, duas capinadeiras para uso individual, varredora coletora mecânica e uma caminhonete. Tem meu total apoio”, completou.

O Vereador Nanal Vilas Boas, lamentou as perdas de pessoas que se foram precocemente por acidente e aqueles que faleceram pelo Covid-19. Comentou sobre uma indicação de sua autoria para a construção do alambrado do campo society do Bairro Recanto da Seriema, o qual tem um terreno e foi feito um campo e é o único meio de diversão e de entretenimento do esporte masculino e feminino, mas que requer uma melhoria, pois não se tem nada de empregabilidade de serviços públicos naquela localidade, e o Poder Executivo tem nisso uma oportunidade de viabilizar algo de concreto naquele local.  Disse que o Projeto de Lei que pede pela utilidade pública do Sinsp apresentado na Casa, fica no rito do legislativo e a viabilidade de ações a favor do sindicato, que precisa ser reconhecido como de utilidade pública para fazer suas ações cartoriais. “O projeto de lei 245 que requer o empréstimo ao Banco do Brasil, foi apresentado o slide e eu me pergunto porque o projeto 240 não veio com o slide ou espécie? Acompanhado pelos secretários e técnicos para que fossem questionados pela população?”, questionou. “O projeto 240 tem a ver com o 245 e que eu vejo é o aproveitamento do recursos, mentira, apenas propaganda do projeto 240, que eu não consigo ver menos gasto do que pela lei estatutária que garante a estabilidade do servidor público, porque se for terceira esses serviços, tem o custo do caixa da empresa, tempos de serviços e o próprio lucro”, disse.  Ainda sobre o projeto 245, enviou nesta segunda-feira um ofício requerendo informações sobre o endividamento decorrente de sua receita permissível a empréstimos.  “O órgão público tem seu limite para pegar empréstimo, hoje o município já vem pagando dividas do INSS, Embasa, Coelba e Caixa Econômica pelo último empréstimo de cinco milhões de reais para pagar em 10 anos”, lembrou. “Até onde nós vamos parcelar o dinheiro público e não cuidarmos”, perguntou. “Ai vemos o que ocorreu dos anos 90 para cá, com o maquinário na mão da prefeitura”, lembrou. “Essa apresentação, o encantamento apresentado na Casa é bonito, mas não foi discutido os supercílios, os problemas que afetam”, continuou. Disse ainda que nos anos 90 a prefeitura era sucateada com os Agrales, trator atolado meses em uma lagoa, os carros eram quebrados, o custo de manutenção se tornava grandioso, “esse projeto seria bom se o município tivesse eficiência com a máquina pública, mas está comprovado que não tem”, pontuou. “Olha o que ocorreu, antes não tinha a Cosip, precisou-se gerar a receita e a contribuição social de iluminação pública, dinheiro especifico vinculado exclusivamente para iluminar a cidade, e olha a situação que nós vivemos hoje”, reclamou. “Tem prefeitos e prefeitos, não estou debatendo esse projeto em por causa do prefeito atual não, esse projeto de 60 meses e com carência de seis meses só vai começar a pagar à partir do ano que vem, ai ficam três anos para o prefeito atual e mais dois para o futuro e ninguém qualificou em que etapa vaie estar a depreciação dos veículos e maquinários”. “A utopia encanta a todos mas realidade consegue ver o defeito dos mesmos”. A uma contradição em valorizar o servidor público, está tudo conectado um projeto ao outro”, finalizou.

O Vereador Alex da Metalúrgica, fez duas indicações para calçamento, uma na Travessa Anísia no Bairro Jardim Araújo e outra para o Contorno de São José, paralela ao ponto de ônibus, pois os moradores reivindicam há muito tempo esses melhoramentos. Pediu ao prefeito Sivaldo e foi informado que será feito. Sobre a casa alugada para o Centro de Especialidades não para uma família morar, é preciso que o vereador tenha mais compreensão, pois serão atendidas várias pessoas no local.  São vários aparelhos que foram feitas interferências de beneficiamentos para atender bem as pessoas, várias salas para especialidades, recebendo aqueles que vão viajar para Salvador e o local beneficia a população.

O Vereador Nem de Titininho, disse que a prefeitura alugou uma casa no valor de 1.300 reais por mês, para o Centro de Reabilitação, entre 12 meses dará R$ 15.600,00 (quinze mil e seiscentos reais), e o contrato pode estender ou ser finalizado. Em 48 meses dará 62.400,00 (sessenta e dois mil e quatrocentos reais), “será que com esse dinheiro a prefeitura não tem como fazer uma casa, para não ficar alugando?”, cobrou. “Sabemos da necessidade, porém, precisa ser uma casa da prefeitura, porque não faz e para com esse negócio de ficar alugando imóvel e a prefeitura ter o custo?”, perguntou. Sobre a compra da máquina de fazer bloco, disse que é boa, mas, não serve para meio fio de calçamento, pois qualquer veículo que encostar vai quebrar. “Eu vejo umas formas de meio fios na garagem da prefeitura e de quem são? Se é da prefeitura porque vai comprar uma máquina?”, indagou.  “Se for fazer meio fio com bloco é dinheiro perdido, até uma bicicleta que encostar ele cai, pois, o bloco está solto, vai gastar um dinheiro só para isso?”, concluiu.

O Vereador Kal de Zé Preto, iniciou falando sobre a tristeza de ver uma criança envolvida em um acidente que ceifou sua vida, por imprudência. Disse que foi informado sobre o roubo de um veículo seu e que a polícia tinha sido avisada sobre o caso. Pediu que o Poder Executivo faça a identificação das ruas, com nomes, pois vários entregadores estão encontrando dificuldades para identificação, “não tem sinalização nenhuma”. Fez um requerimento verbal para melhoramento das faixas de pedestres que estão apagadas. Falou ainda sobre a denúncia de pessoas da zona rural que tem quatro meses que se inscreveram na Secretaria de Agricultura para receber água de caminhão pipa e o secretário imaginava que teria sido entregue, porém, a água foi desviada. “O motorista ou não sei por quem, o carro do PAC, se foi o motorista através de interferência de terceiros, que o prefeito tome providências, pois o secretário não está tendo comando sobre isso, apesar de saber que ele já tem informação da situação, pois não é justo a pessoa dá seu nome, demorar tanto e a água não ser colocada e já aconteceu duas vezes”, disse. “O secretário é um homem de bem e correto, eu falei com ele que íamos esperar a segunda vez, que acontecesse para tonar público, pois não poderia se repetir”.  Sobre o projeto que dispõe a distribuição de absorventes femininos, é bom, pois muitas pessoas não têm condições e isso vai ajudar muito. O projeto da limpeza urbana fala sobre economia, mas por outro lado perde, pois se desvaloriza e o patrimônio público não é cuidado como o privado, esses três milhões em equipamentos quando terminar de pagar em cinco anos, para fazer um milhão dá trabalho, por melhor que seja, o patrimônio público não é igual a ter sua empresa, é melhor analisar direito, é interessante, mas eu vejo pelo outro lado”, finalizou.

O Vereador Samoel Moto Taxi, deixou os sentimentos para a família do jovem Coelho, um excelente tratador de cavalos. Também deixou seu pesar para as famílias de Pedras Altas que perderam seus entes queridos na noite do último sábado. “Só de você ver as imagens no whatSapp sofre junto com a família”, disse.  Falou que tramita na Casa um requerimento onde pede a substituição de paralelepípedo por asfalto, não porque o prefeito prometeu uma usina de asfalto, que por sinal vamos cobrar isso dele, mas se você analisar cidades no porte de Jacobina já estão coma segunda pavimentação, asfalto em cima do calçamento”. Disse ainda que o Bairro Jardim Araújo é um dos locais de calçamentos mais deteriorados, além do abandono do mato, e a pavimentação em paralelepípedo no futuro ela se desgasta mais que o asfalto, já teve vários questionamentos no passado que o asfalto é inviável, como é inviável se as cidades grandes estão utilizando?”, indagou. “Não estão mais utilizando paralelepípedo, todos nós sabemos que a maioria das empresas utilizam de má fé na quantidade do cimento e fica um calçamento de má qualidade, quando bate um contra piso no outro dia já pode pisar e colocar piso e as pavimentações ficam com a ruas interditadas durante quinze dias e não pode passar uma F400 que afunda, afunda porque é mal feito”, reclamou. “Quando o prefeito fez o calçamento da rua do Franciscão que os colegas vereadores brigamos muito para que fosse asfalto, precisa da uma levantada na cidade, fica fazendo os pedacinhos, quanto tempo tem esse trecho da Av. Luiz Eduardo Magalhães para terminar ali na Com3?”, perguntou.  “O Jardim Araújo tem vários pedaços de trinta metros, entra, vem com malandragem de política, coloca os meios fios e passa os quatro anos”, disse. “Os contornos cada gestão meche um pouquinho e não faz algo para finalizar tal contorno, é adesivo, é arame, só gastando dinheiro público”, reclamou. Acredita que os demais vereadores recebam as mesmas reclamações, “a cidade está inviável para andar, principalmente aquelas que não têm pavimentação, e continua a ladainha e a cobrança a vida toda para passar a patrol a exemplo do Planalto e as casas populares, “a pessoa não tem o direito de andar em sua própria cidade”, completou. Voltou a falar sobre a situação das técnicas de enfermagens que fazem as transferências, quando desconta recebem R$ 880,00 e isso não é justo, esse assunto fica na Casa e o prefeito não mandar um projeto de lei para anexar as diárias, são poucas, o valor é irrisório, o município pode fazer vários financiamentos e não pode dar nem se quer R$ 50,00 de diária, “uma técnica de enfermagem me disse que muitas vezes faz a transferência e na volta tem um paciente em Feira de Santana de alta, sendo normal que a prefeitura pegue, mas quando chega no local, demais mais umas duas horas e se não tiver um dinheiro para lanchar ela volta com fome, já enviamos requerimento para o prefeito e se for possível ir pessoalmente iremos, agora deixar uma situação dessa acontecer no município é desumano, nós vereadores temos a nossa diária, o secretário tem, o prefeito tem, e quem vai mexer com saúde não pode ter sua diária. “É preciso que essa casa sinalize e que os vereadores possam transformar essa demanda em realidade”, concluiu.

O Vereador Bruno Vitor, pediu aos pares da Casa o apoio para aprovação do projeto de Nº 215/2021 que dispõe sobre o programa de fornecimento de absorventes higiênicos femininos nas escolas públicas e na Secretaria de Assistência Social. Também comentou sobre o falecimento do jovem conhecido por Coelho, um grande campeão de corridas de cavalo. Disse ainda ter presenciado por volta das 18:30h do último sábado, um acidente chegando em Pedras Altas, uma cena muito triste que envolve a questão da bebida, ceifou a vida de um pai de família e uma criança, “ninguém gostaria de ver a criancinha estendida na BR com seu pai e madrasta do lado e você saber que o que causou foi a bebida, não só estamos passando por um momento difícil, muita gente achanando que o Covid acabou, estamos perdendo pessoas, as autoridades não tem como combater tudo isso se o pai, a mãe de família e o jovem não tomar isso pra você, as coisas acontecem e é mais uma vítima e nós não tomamos isso pra nós, amigo e amiga não queria que aquela cena seja com a família de vocês, não saia bebendo, não vá para festas, as pessoas estão se aglomerando e ainda a irresponsabilidade da cachaça”, continuou. “A senhora segurou na minha perna e pediu para que não deixasse ela só, a gente fica anestesiado, é muito triste”, completou.  Pediu que as pessoas evitem a bebida, pois terão a hora certa de tomar com responsabilidade. Deixou os sentimentos à família que perdeu seus entes queridos e informou que foram muitos acidentes por conta da irresponsabilidade do consumo de bebidas alcóolicas. Lembrou que o Vice Prefeito Frank Neto está precisando de orações internado por conta da covid-19.

O Vereador Val de Pedrinho, iniciou falando sobre a tristeza da perda do jovem Coelho, preparador de cavalo, capimgrossense por escolha, nascido em Várzea da Roça, 38 anos de idade, foi trabalhar em Pernambuco onde adquiriu a Covid 19. Feliz por outro amigo, Arione da Planta, após doze dias internado em Salvador, teve alta. Sobre o vice prefeito, Frank Neto, disse que ele se encontra estável. Cobrou do prefeito a pavimentação da Rua Senhor do Bonfim em Pedras Altas, “quando chove é muito transtorno no local e o distrito merece esse carinho e para que fique mais bonito e da dignidade ao povo da localidade”, finalizou.

O Vereador Professor Ney, apresentou em nome do Poder Executivo, um projeto para autorizar o município a contratar uma operação de crédito junto ao Banco do Brasil, no valor de três milhões de reais, para modernização do setor de limpeza pública. O município pretende adquirir maquinários e equipamentos para melhorar e qualificar o serviço. O vereador explicação que Capim Grosso gasta com locação de equipamentos R$ 1.248.000,00 (Um milhão e duzentos e quarenta e oito mil reais) anual. Com estudos percebeu-se que poderia fazer uma economia durante cinco anos, pagando uma parcela de financiamento bem menor e no final os equipamentos seriam de propriedade do município. Uma economia de 36% apenas no primeiro ano, equivalente a 455 mil reais, com tendência a aumentar com o passar do tempo. A intenção é comprar dois caminhões compactadores, duas caçambas basculantes, dois caminhões de ¾, uma máquina de blocos e Inter travados, um triturador de poda e carrinhos aspiradores, aspirador para carrocerias, duas capinadoras para uso individual, varredora de coleta mecânica, uma caminhoneta pick up para transporte de manutenção.  O vereador ainda parabenizou a Secretaria de Assistência Social, sobre a realização do projeto Faça Bonito que combate a exploração sexual de crianças e adolescentes, além de informar sobre a realização da Semana Municipal de Segurança no Trânsito que está acontecendo e forma virtual.

ASCOM CMV

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