Edis discutem quedas de energia e abastecimento de água na zona rural de Capim Grosso
Na sessão de segunda-feira, 25, o Presidente da Câmara, Jefferson Ferreira, disse que houve reunião na legislação passada, inclusive com frutos em investimentos, “estamos passando problemas com relação a Coelba e a Casa já entrou em contato”, adiantou.“Nós já solicitamos e precisamos provocar a população para que participe, pois a que fizemos só estavam os vereadores”, informou.“Infelizmente por conta da pandemia eles não estão se deslocando para audiência públicas nas cidades. O consórcio também convocou naquele momento e por ter uma estrutura no gabinete o prefeito foi realizado lá”, explicou. “Que a Coelba se dirija a Capim Grosso e explique os problemas de falta de energia, que o maior problema é tensão, cai tensão e as grandes empresas não conseguem trabalhar”, finalizou.
O vereador Professor Ney esclareceu que já foi promovido uma audiência pública com a Coelba e a comunidade não compareceu, e ouve recentemente uma reunião virtual com a superintendência de Juazeiro e os vereadores estão cobrando. “É preciso que a população aprenda a ir atrás do seus direitos existe m um whatsapp para falar com a Coelba e vem o protocolo para acionar a justiça caso não retorne o serviço com rapidez”, explicou. “A Coelba já pagou multa no passado mas é preciso está acionando a justiça”, completou.
O vereador Lucas Maciel disse que a alteração da Lei nº 497 de autoria do Vereador Bruno, tem todo o seu apoio, pois conhece a realidade das comunidades rurais e as necessidades do homem do campo, sou muito honorado em representar algumas comunidades rurais através do homem do campo e conheço de perto assim como outros vereadores conhecem. A situação do carro pipa há meses que vem pedindo para ser resolvido. De 45 dias e outros falam 30 dias, é questão de bom senso, a ONU fala que cada pessoa consome 110 litros de água por dia para ter uma qualidade de vida, o Ministério das Cidades em 2013 falava que era 166 litros por dia. Geralmente um caminhão são oito ou nove mil litros de água, quando se divide por trinta dias da 260 litros, quando divide por seis pessoa em uma casa da quarenta litros. A prefeitura está fazendo em média de 144 litros então não precisa questionar muito, apenas ir para a questão técnica. “A gente quando vai para a pratica, fui criado no campo e já descasquei mandacaru em tempo de seca, além de que tive e privilégio de estudar, olha o que a adhocracia fala, que é o oposto da democracia, que diz que quando a burocracia enfatiza o processo de rotina fixa a adhocracia defende a simplificação do processo de aptidão de cada situação especifica, rapidez e eficiência na situação”, explicou. “O vereador Nanal criou a lei que tem que ser cumprida mas existe a adhocracai que é o momento, nós estamos em momento de seca onde as pessoas tomam mais banho e bebem mais água, varre mais a casa e a adhocracia faz isso e quem estudou administração sabe o que é isso, pegar o momento especifico e agilizar ter rapidez, se chegar em novembro e dá a primeira chuvada resolve, mas pedimos aos vereados que aprovem”, comentou. “O que o homem do campo pede é estrada e água e aqui acolá quando tem um problema de saúde, é mais que justo e é mais que humano que aprova a alteração e continue pedindo ao Executivo que agilizem a situação da água”, disse. “Tem relatos que pessoas de idade em uma galinhota procurando tanques de barro para pegar água e trazer pois a cisterna se encontra seca”, contou. “Sobre os requerimentos de sua autoria é pedindo investimento em pavimentação no Distrito de Pedras Altas para a Praça do Mulungu”, concluiu.
O vereador Nen de Titininho disse que a entrega de água por carro pipa precisa ser por 30 dias, pois 45 dias demora muito para pessoas de baixa renda. Pediu que seja feito uma reunião com o gerente da Coelba por conta da falta de energia, pois as pessoas da zona rural estão tendo prejuízos. “Se atrasar vem a cobrança e nunca ouvir dizer que a pessoa recebeu um aparelho que perdeu por causa da falta de energia”, disse.
“O homem do campo procura a gente pra resolver essa falta de energia, eu lembro que o prefeito Sivaldo fez um projeto e enviou para a Câmara que se faltasse energia 30 minutos teria uma multa de 10 mil reais, será que a prefeitura já recebeu alguma vez ou o projeto só ficou por aqui e não foi adiante?”, perguntou.
O vereador Kal de Zé Preto disse que a chuva pouco resolve a questão sobre o abastecimento de água por carro pipa, pois foi pouca em alguns lugares. Disse que o município recebeu uma contemplação sobre o consórcio através do Governo da Bahia, um financiamento do Banco Mundial agora começou fazer alguns trabalhos, começou a passo de tartaruga, o verão chegando nós teremos fortes e chuvas e temos trechos muito críticos, um milhão e oitocentos mil reais, é muita grana, dá pra fazer muita coisa, região do Mucambo, região do Rio do Peixe, colocar muitos bueiros e tem que lugar que precisa de pequenas pontes mesmo. “O dinheiro público precisa ser bem zelado, estamos vendo a demanda da água, o vereador Bruno defende uma coisa e o vereador Nanal defende outra, e tem muita gente que tem água encanada, vai do critério que o secretário usar, quero até parabenizar o secretário, que é de poucos que conhece a situação do município. “Mesmo defendendo a posição do vereador Bruno, eu sei o que é passar dificuldade, a gente ver muito desperdício com o dinheiro público. Essa lei do vereador Nanal foi brilhante e protege coisas que acontecem e já aconteceu. Todos os vereadores da base do prefeito em tempos passados, tinham privilégios e mandavam em carros pipas. Tem muita região mesmo no século XXI pessoas passam dificuldades e esse ponto de 45 dias precisa ser corrigido mesmo pois leva mais 15 dias e chega a 60 dias. O dinheiro do povo precisa ser usado com o povo mesmo”, concluiu.
O vereador Alex da Metalúrgica falou apresentou projeto a pedido de Zé Pintinho, ex-vereador três vezes e ex vice-prefeito de Capim Grosso, que conseguiu um terreno para que fosse doado para a construção de um Posto de Saúde do povoado de Caiçara, no momento Geraldo Pinheiro Requião conhecido como senhor Dero doou, então por gratidão foi pedido que se coloque o nome no Posto de Saúde. Lembrou da importância de outras famílias do município como a família Otaviano, em memoria Zinho e Angelo Oliveira que são pessoas que nasceram naquela localidade e contribuíram para o crescimento do município. E uma pessoa que vem contribuindo para o crescimento da cidade e o Bairro do Planalto que realmente é impossível dizer que não é uma cidade hoje, então teve a ideia de presentear a família de Tino, Manoel Amâncio de Araújo que já tem um Posto de Saúde com seu nome no Bairro e pede a colocação de um busto na praça Pau Brasil e os filhos ficarão gratos em lembrarem de seu pai, onde a cidade tem o nome dele em todos os lugares. “Reforço a fala do vereador Arivelton onde as lâmpadas foram colocadas em Mata do Estado e nessa terça feira se inicia na comunidade de Sete Porcos. As pessoas nos cobram bastante mas serão resolvidos os problemas, Sivaldo é um prefeito comprometido”, informou. Pediu ao Secretário de Obras e Urbanismo, Jamber Dantas, a retiradas dos entulhos, pois vem atrapalhando o trânsito, tem ruas da cidade que não passam dois carros e peço que a empresa comece a retirar , pois a cidade caminha para ser limpa e organizada e não queremos que tome outros rumos. Avisou para os moradores do Bairro Novo Oeste que os entulhos serão retirados, assim como no Bairro Oliveira.
O vereador Nanal Vilas Boas falou sobre a moção de pesar a Valdelipio que com a preocupação pelo zelo ao bem público, que até nos feriados sai nos prédios escolares corrigindo o descaso da água sendo desperdiçada. “Valdelipio passou anos implorando as gestões para tomar providencias e secretários e prefeitos não davam a devida atenção e quando vereador em 2017 saiu com ele na zona rural corrigindo os desperdícios de energia e água e encontram muitas ligações inadequadas, postos médicos, prédios escolares, já há mais de cinco na os desativado e continuando pagando água e Valdelipio provou no primeiro anos onde foi economizado nas contas do município entre água e energia, quase 55%. “Fica aqui o nosso pesar e que Deus lhe der um bom lugar”, disse. “Ouvindo o colega vereador e nesta assembleia o legislativo é para isso, propor suas ideias, discutir e defender, e eu defendo as minhas ideias e respeito as ideias dos demais colegas, mesmo que eu não concorde, a Câmara existe justamente para ser discutido”, comentou. “Quando fiz um Projeto de Lei dessa natureza e quando se trata da economicidade é princípio básico que rege a administração pública, como a sigla limpe, legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”, adiantou. “Eu não fiz esse projeto pelo meu olhar, consultei tecnicamente e tudo que está escrito tem o olhar baseado nas questões com o exército, que trabalha há muito tempo na distribuição de água”, explicou. “Nós temos de gastos por média de 200 litros diários durante 45 dias, que dá 09 mil litros e são todos os caminhões pipas nove mil ou mais litros d’água. Na proposta da subemenda também rege a possibilidade mediante situação excepcional que requeira e se nós temos dados básicos não feitos pelo sentimentalismo, mas sim pela praticidade dos atos acostumados e praticados por quem de fato vive a situação, que são de competência da Secretaria de Agricultura”, pontuou. “Quando se trata de economicidade vale para o município 120 reais, a taxa mínima chega a 30 reais e se enquadrando aos NIS essa taxa cai pela metade, é muito mais vantajoso para o município ajudar através da sua assistência do que propriamente manter os carros de água nas redes onde já existem canalização de abastecimento de água potável, e é justamente para a região que não tem esse acesso para que a água chegue”, relatou. “Nós sabemos que no tempo de estiagem a dificuldade que é, e a Secretaria de Agricultura sabe da demanda que tem para poder bastecer e atende as regiões, só atendendo onde não tem água encanada é que o município pode qualificar sim o abastecimento inclusive para as pessoas de baixa renda, com o teto salarial de até três salários mínimo”, esclareceu. “Portanto eu entendo que um projeto aprovado por unanimidade e quando quebra espinha dorsal, quebra a essência e desqualifica o êxito do projeto que é a água chegar com o tempo hábil e evitar que seja para rebanho da produção, não rebanho normal da galinha, da cabra que dá o leite pra casa, até da própria vaca que dá o leite para o lar, mas para aqueles que podem de fato usar a água para o rebanho da produção e depois o consumidor vai ter que pagar duas vezes, a água e o preço da compra da carne”, disse. “Quebrar a espinha dorsal desse projeto é subestimar a inteligência da Casa e talvez até não respeitar a visão do Poder Executivo que é quem tem toda a noção da demanda de água no município”, finalizou.
O vereador Gilberto Alves agradeceu a ex-prefeita Lidia Pinheiro que em sua hora de descanso ainda ajuda as pessoas, com disposição, assim com o médico Dr. Pinheiro, sempre de portas abertas recebendo a população. Disse ter um requerimento de um Posto da Policia Militar para a comunidade que cresce bastante e passa uma BR muito movimentada e as vezes pode chegar algum meliante. Agradeceu ao Deputado Estadual Bobô afirmando que a tubulação chegará entre novembro e dezembro para a extensão de água nas comunidades Alto Bonito e Várzea Da Vaca. “Um deputado presente em Capim Grosso”. Agradeceu a gestão do prefeito Sivaldo onde vem calçando várias ruas na cidade e que o povoado do Peixe é carente de calçamento, já compareceu um engenheiro medindo as ruas do povoado e quando o povo ver as postagens dos calçamentos eles cobram a pavimentação no Peixe. “Nós temos projetos e requerimentos para calçarem todas as ruas do povoado, não vai calçar tudo de uma vez, mas o prefeito vai ter um olhar especial para o povoado”, disse. “Foi dito muito sobre a Coelba e a gente fica triste de as pessoas perderem seus alimentos, e o povoado do Peixe ficou mais de 24 horas sem energia e falaram que chegaria de 04 a 06 horas da tarde e vieram chegar quase nove horas da noite”, reclamou. Parabenizou a Casa por ter entrado em contato coma Coelba adiantando os serviço e a Coelba tem que comparecer para responder a população.
O vereador Bruno Vitor pediu apoio ao requerimento de sua autoria para sinalização proibindo estacionar na entrada da UPA que está dificultando a chegada de ambulâncias e também uma lombada na entrada e saída do ponto da SAMU. Pediu a diminuição do prazo de 45 dias para 30 dias, para pedidos de carros pipa para a zona rural e que seja retirado, a questão vedado, onde tem água encanada não poder se colocar. Falou sobre a subemenda do vereador Nanal Vilas Boas, onde pede para que se deixe o Projeto Lei como está. Disse que no artigo 3º que pede para ter alteração, está escrito que estarão compatíveis ao cadastro solicitando com reservatório localizado no município de Capim Grosso, na zona rural e zona urbana, com característica rural que não tem abastecimento de rede de água encanada, cuja a finalidade seja para o consumo doméstico e humano. “Então já está dizendo que quem tem rede de abastecimento de água não vai ser abastecido, de jeito nenhum, pode ser pessoa carente ou quem quer que seja. Mesmo que o colega fala que existe uma clausula que a pessoa carente irá receber sim, como vai receber se no artigo 7, o nome vedado, é quando você não recebe de jeito nenhum, excluiu, acabou, já era, fica vedado o abastecimento de água através do caminhão pipa sob a direção do município na localidade que já tenha a possibilidade de acesso da rede de abastecimento”, explicou. Se já está vedado não importa se a pessoa é carente ou não, não vai receber de jeito nenhum, só estou pedindo para tirar a palavra vedado. Só porque tem uma água encanada não quer dizer que é carente não. “O colega fala em fazer economia e economia em uma estiagem dessa? Que economia é essa, vamos deixar a pessoa com cede pra fazer economia?”, perguntou. “Quem paga isso é o povo”, respondeu. O colega colocou para preservar o artigo 8 e não alterar o texto original, mas , incluindo o paragrafo único do artigo 5º já está se fazendo alteração. “A conta é fácil, estou pedindo a retirada de 45 dias para 30 dias, uma família com 09 pessoas, nove mil litros de água para 45 dias da 200 litros, dividido por 9, da 22 litros por pessoa, para cozinhar, tomar, lavar roupa e onde fica os animais?, a conta não bate e o pior é que no mesmo projeto de lei diz que a Casa é para ser abastecida no prazo máximo de 120 horas, que são cinco dias e tem gente que tem 60 dias e não recebeu ainda”. Se cogitou que tem gente querendo prioridade. Prioridade o que? Se o cadastro é feito na Secretaria de Agricultura, quem pede é o próprio morador. No momento de estiagem precisamos largar tudo e focar na seca, se fosse alagamento era focar no alagamento. “Não existe economia quando se está precisando de água, que economia é essa? economia no bolso da população, quando quem paga o caminhão pipa é a população, o diesel e o motorista é a população”, completou. Os colegas vereadores que andam no campo que sentem a necessidade jamais seriam contra um projeto desse, o projeto de lei no momento que é aprovado já diz que pode ser alterado. Beneficiar quem? ao povo. Qual povo? Os mais carentes, quem são os mais carentes? O homem do campo que está precisando de água. No momento de pandemia as condições são poucas, o salário do aposentado ele cria dois, três , quatro, netos e filhos dentro de casa, não vamos fazer uma injustiça dessa para focar em economia.
O vereador Arivelton Mota falou de uma indicação de sua autoria que pede a pintura de quebra-molas na cidade, pois pode acontecer acidentes por conta de não ter marcação. “Que se coloque placas e faça a pintura”, disse. Agradeceu ao prefeito Sivaldo e ao Secretário de Obras e Urbanismo e toda equipe de iluminação pública, pois foi feito o pedido ao prefeito que tomasse providencias urgente, e iniciou o trabalho na zona rural realizando as reposições das lâmpadas. Foram feitas as trocas na Mata do Estado e se ficou alguém sem trocar, é colocar o nome na Secretária de Obras e Urbanismo, que o eletricista irá voltar e trocar.

O vereador Val de Pedrinho comentou sobre a importância das chuvas que caíram nos últimos dias no município. Pediu a convocação do gerente da Coelba pra saber o que acontece no município, entre Lagedo alto bonito e Mucambo passaram dois dias sem energia e o homem do campo teve prejuízo e foi perdido um tanque de leite por conta da falta de energia.
ASCOM Câmara Municipal de Capim Grosso