﻿{"id":59205,"date":"2025-04-03T16:16:55","date_gmt":"2025-04-03T19:16:55","guid":{"rendered":"https:\/\/www.contornofm.net\/site\/trilhas-amazonicas-bioeconomia-une-desenvolvimento-e-sustentabilidade\/"},"modified":"2025-04-03T16:16:55","modified_gmt":"2025-04-03T19:16:55","slug":"trilhas-amazonicas-bioeconomia-une-desenvolvimento-e-sustentabilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.contornofm.net\/site\/trilhas-amazonicas-bioeconomia-une-desenvolvimento-e-sustentabilidade\/","title":{"rendered":"Trilhas Amaz\u00f4nicas: bioeconomia une desenvolvimento e sustentabilidade"},"content":{"rendered":"<p> <!-- scald=419813:botoes_audio --><a href=\"https:\/\/audios.ebc.com.br\/64\/649d0e23ebc5995cae752f793a84abc3.mp3?download&#038;filename=podcast_trilhas_amazonicas_ep3_bioeconomia.mp3\" download=\"\" class=\"btn-download-audio\"> <\/p>\n<div class=\"icon-download\"><\/div>\n<p> <span>Baixar<\/span> <\/a><br \/>\n<button class=\"btn-download-audio bottomplayer-item\" data-source=\"https:\/\/audios.ebc.com.br\/64\/649d0e23ebc5995cae752f793a84abc3.mp3\" data-permalink=\"https:\/\/audios.ebc.com.br\/64\/649d0e23ebc5995cae752f793a84abc3.mp3?download&#038;filename=podcast_trilhas_amazonicas_ep3_bioeconomia.mp3\" data-title=\"Trilhas Amaz\u00f4nicas: bioeconomia une desenvolvimento e sustentabilidade\" > <\/p>\n<div class=\"icon-play\"><\/div>\n<p> <span>Tocar<\/span> <\/button><br \/>\n<!-- END scald=419813 --> <\/p>\n<p>Hoje o podcast Trilhas Amaz\u00f4nicas apresenta exemplos de empreendimentos voltados para a bioeconomia e iniciativas sustent\u00e1veis e que atuam pela preserva\u00e7\u00e3o.<img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?w=640&#038;ssl=1\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\" \/><img data-recalc-dims=\"1\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?w=640&#038;ssl=1\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\" \/><\/p>\n<p>O conceito de bioeconomia pode ser definido como um modelo de produ\u00e7\u00e3o em escala industrial mas com recursos biol\u00f3gicos. J\u00e1 a sociobioeconomia, valoriza n\u00e3o s\u00f3\u00a0o ambiente, mas tudo aquilo que tem \u00e0 sua volta, criando um ambiente sustent\u00e1vel, com uma tecnologia que pode ser adaptada ou melhorada atrav\u00e9s de processos e servi\u00e7os.<\/p>\n<p>Valcleia dos Santos Lima, da Funda\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Sustent\u00e1vel destaca que a bioeconomia depende de pesquisa:<\/p>\n<p>\u201cAcho que o conceito \u00e9 importante para a gente at\u00e9 entender como que a gente leva as ferramentas, como que a gente leva as a\u00e7\u00f5es para dentro das comunidades, muito mais do que isso \u00e9 a gente, de fato, fazer com que as a\u00e7\u00f5es voltadas para a gera\u00e7\u00e3o de renda dentro dos territ\u00f3rios, eles possam gerar o impacto que s\u00e3o necess\u00e1rios para melhorar as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas de quem vive ali nela, n\u00e9.\u201d<\/p>\n<p>E tem muita gente atuando dentro destas iniciativas econ\u00f4micas sustent\u00e1veis. \u00a0A Priscila Almeida \u00e9 da Amaz\u00f4nia Smart Food, uma empresa de biotecnologia aplicada a alimentos, que desenvolve produtos como prote\u00ednas alternativas com esp\u00e9cies da Amaz\u00f4nia. Para ela, a sociobioeconomia \u00e9 a matriz econ\u00f4mica mais vi\u00e1vel para minimizar os impactos da crise clim\u00e1tica e promover distribui\u00e7\u00e3o de renda nos territ\u00f3rios para quem defende e depende dele.<\/p>\n<p>\u201cAt\u00e9 porque ela \u00e9 muito concentrada em m\u00e3o de obra, diferente das tecnologias convencionais, e voc\u00ea consegue fazer uma maior distribui\u00e7\u00e3o de renda com os produtos oriundos da sociobioeconomia do que uma startup de inova\u00e7\u00e3o, por exemplo\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 o paraense Paulo Reis, cofundador das empresas de alimento Manioca e Amazonique, trabalha pela valoriza\u00e7\u00e3o cultural de sua regi\u00e3o e pelo desenvolvimento de uma cadeia produtiva sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>\u201cO neg\u00f3cio tem um senso de prop\u00f3sito muito grande, \u00e9 movido por um interesse genu\u00edno de gerar impacto, gerar preserva\u00e7\u00e3o, gerar valoriza\u00e7\u00e3o cultural e tamb\u00e9m de gerar inova\u00e7\u00e3o a partir desse ingrediente. E, via de regra, essa \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o feita de forma muito direta entre o neg\u00f3cio e comunidades de todos os tipos, povos tradicionais. E essas comunidades viram fornecedoras, e a partir dessa rela\u00e7\u00e3o de fornecimento de mat\u00e9ria-prima, a gente desenvolve assist\u00eancia t\u00e9cnica, gera renda, cria uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a de longo prazo\u201d.<\/p>\n<p>Elijane Nogueira de Vasconcelos \u00e9 formada em Direito, mas atualmente\u00a0se dedica a moda sustent\u00e1vel.\u00a0Foi a partir de experi\u00eancias e aprendizados com comunidades tradicionais da floresta que a manauara fundou a Yanci\u00e3, uma microempresa voltada para artigos artesanais de moda, aproveitando sua bagagem da \u00e1rea ambiental e a\u00e7\u00f5es e estudos nas quest\u00f5es de vulnerabilidade social.<\/p>\n<p>\u201cComecei a voltar o meu olhar para a minha regi\u00e3o, porque j\u00e1 come\u00e7ava a se falar muito nas quest\u00f5es do antropoceno, das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, o quanto isso j\u00e1 estava sendo, afetando muito aqui a nossa regi\u00e3o&#8230; Com a Evaporanga, fiz o curso de como n\u00e3o cometer apropria\u00e7\u00e3o cultural e essas metodologias novas de trabalho entre iniciativas privadas e comunidades ind\u00edgenas, ribeirinhas, quilombolas, que j\u00e1 s\u00e3o historicamente marginalizadas, vulnerabilizadas, e hoje em dia a gente come\u00e7a a ver essa busca muito pelas pr\u00f3prias empresas, do mercado da moda, pelos conhecimentos, pelos materiais dentro dessas comunidades.\u201d<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio \u00e9 muito ruim, mas \u00e9 das pequenas a\u00e7\u00f5es que brota a esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Paulo Reis atua e busca olhar o lado positivo: &#8220;Ent\u00e3o eu me sinto tendo essa capacidade de em determinados momentos olhar para o lado positivo, olhar para possibilidades de inova\u00e7\u00e3o olhar para quanto o mercado est\u00e1 mais interessado para isso, que a gente n\u00e3o teve nunca na nossa hist\u00f3ria uma oportunidade t\u00e3o grande de se comunicar com o Brasil, um interesse t\u00e3o grande do Brasil e do mundo pela Amaz\u00f4nia, uma abertura t\u00e3o grande para que a gente ocupe, comece pelo menos a ocupar espa\u00e7o de protagonismo&#8221;.<\/p>\n<p>O podcast Trilhas Amaz\u00f4nicas \u00e9 uma parceria entre a<strong><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">\u00a0Ag\u00eancia Brasil<\/a><\/strong>\u00a0e a\u00a0<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Radioag\u00eancia Nacional<\/strong><\/a>. A s\u00e9rie abre o ano da Trig\u00e9sima Confer\u00eancia da ONU sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas, a COP30, a ser realizada em Bel\u00e9m, em novembro. Ser\u00e3o sete epis\u00f3dios publicados toda sexta-feira na Radioag\u00eancia Nacional e nos tocadores de \u00e1udio.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode conferir, no menu abaixo, a transcri\u00e7\u00e3o do epis\u00f3dio, a tradu\u00e7\u00e3o em Libras e ouvir o podcast no Spotify, al\u00e9m de checar toda a equipe que fez esse conte\u00fado chegar at\u00e9 voc\u00ea.\u00a0<\/p>\n<p><em>*A equipe viajou a convite da CCR, patrocinadora do TEDxAmaz\u00f4nia 2024.\u00a0<\/em><\/p>\n<div class=\"accordion-container\"><button class=\"accordion\">\u00a0<span>Transcri\u00e7\u00e3o do epis\u00f3dio<\/span><\/button> <\/p>\n<div class=\"panel\">\n<p><strong>PODCAST Trilhas Amaz\u00f4nicas<\/strong>&#8211; <strong>Epis\u00f3dio 2\u00a0&#8211; Bioeconomia\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>VINHETA:<\/strong>\u00a0Trilhas Amaz\u00f4nicas<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\u00a0\ud83c\udfb6<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>EPIS\u00d3DIO 3<\/strong>: Bioeconomia<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\u00a0\ud83c\udfb6<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Cupua\u00e7u, cumaru, tapereb\u00e1, tucupi. A\u00e7a\u00ed, bacuri, buriti, tucum\u00e3, pirarucu. Castanha do Par\u00e1, fibra de tucum, semente de jupati. Tinta de c\u00farcuma e urucum. Do interior da floresta, produtos t\u00edpicos da Amaz\u00f4nia s\u00e3o colhidos por m\u00e3os experientes de comunidades locais. Depois, s\u00e3o transportados por barqueiros entre rios sinuosos. Quando chegam a Bel\u00e9m e Manaus, se transformam em sucos, temperos, molhos, geleias, granolas, congelados, hamburguer vegetal, farinhas e farofas. Ou colares, pulseiras, bolsas e roupas. \u00c9 o processo produtivo e de comercializa\u00e7\u00e3o que chamamos de bioeconomia. Ou sociobioeconomia.<\/p>\n<p><strong>VALCL\u00c9IA:<\/strong> O conceito de bioeconomia est\u00e1 mais usado, n\u00e9, para um modelo de produ\u00e7\u00e3o tipo industrial com recursos biol\u00f3gicos. S\u00f3 que a gente fala muito da sociobioeconomia, n\u00e9? Porque ela valoriza n\u00e3o s\u00f3, ali, o ambiente, tudo aquilo que tem \u00e0 sua volta, mas tamb\u00e9m envolve essa quest\u00e3o da gente criar um ambiente sustent\u00e1vel, com uma tecnologia que possa ser adaptada ou melhorada atrav\u00e9s de processos e servi\u00e7os, n\u00e9. Mas a\u00ed \u00e9 importante, quando a gente fala de bioeconomia, a gente tem que falar claramente que ela depende de pesquisa. Acho que o conceito \u00e9 importante para a gente at\u00e9 entender como que a gente leva as ferramentas, como que a gente leva as a\u00e7\u00f5es para dentro das comunidades, muito mais do que isso \u00e9 a gente, de fato, fazer com que as a\u00e7\u00f5es voltadas para a gera\u00e7\u00e3o de renda dentro dos territ\u00f3rios, eles possam gerar o impacto que s\u00e3o necess\u00e1rios para melhorar as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas de quem vive ali nela, n\u00e9.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Essa \u00e9 a Valcleia dos Santos Lima, da Funda\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>VALCL\u00c9IA: <\/strong>Sou superintendente de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel de Comunidades, ela\u00a0\u00e9 respons\u00e1vel por todos os projetos que s\u00e3o implementados nas comunidades. Entre eles tem o projeto de educa\u00e7\u00e3o, tem o projeto de sa\u00fade, tem o projeto de infraestrutura e tem o projeto de empreendedorismo, que tem toda a parte de economia e atividade de turismo, atividade de manejo do pirarucu, enfim.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Eu sou Rafael Cardoso, rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil. Nesta s\u00e9rie de podcast, trazemos exemplos de a\u00e7\u00f5es e estudos que contribuem para manter a Amaz\u00f4nia de p\u00e9, em meio \u00e0 superexplora\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio e \u00e0 crise clim\u00e1tica. Hoje vamos falar de empreendedorismo e o ciclo de produ\u00e7\u00e3o que come\u00e7a dentro da floresta. Com um modelo de neg\u00f3cio que alia a gera\u00e7\u00e3o de renda para as comunidades, a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e a valoriza\u00e7\u00e3o cultural.<\/p>\n<p><strong>VALCLEIA:<\/strong> Quando fala de produtos, de beneficiar, de agregar valor, a gente est\u00e1 falando de produtos da sociobiodiversidade, como o manejo de pirarucu, que tem j\u00e1 toda uma estrat\u00e9gia desenhada justamente para n\u00e3o gerar o impacto, ou para n\u00e3o gerar a extin\u00e7\u00e3o. Que tem todo um trabalho de conserva\u00e7\u00e3o dos lagos, que tem todo um trabalho de contagem, de extrair uma cota para que aquela esp\u00e9cie n\u00e3o seja impactada. Ent\u00e3o, tem todo um trabalho feito nesse sentido e que n\u00e3o d\u00e1 para escalonar tanto, mas vender muito mais como um produto que vem de um territ\u00f3rio, que conserva a natureza, que traz benef\u00edcios sociais e econ\u00f4micos para as popula\u00e7\u00f5es do territ\u00f3rio, que deveria ter um valor agregado diferenciado.\u00a0N\u00e3o \u00e9 para escalonar, porque sen\u00e3o a gente vai acabar com a esp\u00e9cie.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Ah, pra quem n\u00e3o conhece, o pirarucu \u00e9 um peixe gigante t\u00edpico da regi\u00e3o amaz\u00f4nica. Ele pode passar de tr\u00eas metros de comprimento e pesar mais de 200 quilos. Est\u00e1 amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o, mas tem o manejo comunit\u00e1rio autorizado pelo Ibama. Na culin\u00e1ria, \u00e9 conhecido como \u201cbacalhau da Amaz\u00f4nia\u201d, por ser muito vendido conservado no sal. Com sabor suave e textura firme, \u00e9 usado em pratos t\u00edpicos como o pirarucu de casaca e todo tipo de preparo, como moqueca, caldeirada e na brasa.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Mas vamos fazer um par\u00eantese aqui, para explicar a diferen\u00e7a entre conserva\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>VALCLEIA:<\/strong> Preservar \u00e9 aquilo que voc\u00ea n\u00e3o pode tocar. E a gente tem \u00e1reas e territ\u00f3rios na Amaz\u00f4nia que s\u00e3o \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o. E conservar, o que \u00e9 conservar? \u00c9 voc\u00ea estar ali, usufruir daquilo, mas de uma forma sustent\u00e1vel, onde aquilo que tem\u00a0possa ser ou aumentado, ou ele possa ainda, al\u00e9m de servir de subsist\u00eancia para quem est\u00e1 ali, o\u00a0que sobra daquilo possa ser comercializado e gerar renda para que aquelas pessoas possam adquirir aquilo que elas n\u00e3o consigam produzir. Ent\u00e3o por isso a diferen\u00e7a entre preservar e conservar. Preservar \u00e9 n\u00e3o tocar e conservar \u00e9 utilizar de forma sustent\u00e1vel e respons\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\u00a0\ud83c\udfb6<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Portanto, tratamos aqui de pr\u00e1ticas de conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade. Explica\u00e7\u00e3o feita, vamos aos exemplos pr\u00e1ticos de como o ciclo de produ\u00e7\u00e3o comercial pode respeitar o tempo, os produtos e as pessoas da floresta.<\/p>\n<p><strong>PRISCILA:<\/strong> E a gente trabalha com comunidades agroextrativistas, onde a gente adquire os insumos, 60% dos nossos insumos s\u00e3o amaz\u00f4nicos, dessas comunidades, e eles representam, em termos de faturamento, 20% do nosso faturamento bruto. E a\u00ed a gente come\u00e7ou a fazer o desenvolvimento de novas linhas de produtos, passamos por v\u00e1rias acelera\u00e7\u00f5es, incuba\u00e7\u00f5es subven\u00e7\u00f5es, premia\u00e7\u00f5es e chegamos at\u00e9 aqui. Uma outra <em>spin-off<\/em>, que tamb\u00e9m \u00e9 uma <em>startup<\/em> de impacto socioambiental, \u00e9 a Ecomodular, que a gente desenvolve um m\u00f3dulo de processamento de mat\u00e9ria-prima inteligente, dotado de <em>machine learning<\/em> e intelig\u00eancia computacional para fortalecimento e agrega\u00e7\u00e3o de valor dentro das comunidades. E a gente est\u00e1 agora buscando ampliar mercado e escalar e tracionar o que a gente tem hoje em linha.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:\u00a0<\/strong>A Priscila Almeida \u00e9 da Amaz\u00f4nia Smart Food, uma empresa de biotecnologia aplicada a alimentos, que desenvolve produtos como prote\u00ednas alternativas com esp\u00e9cies da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p><strong>PRISCILA:<\/strong> A gente faz hamb\u00farguer de a\u00e7a\u00ed, hamb\u00farguer de tucum\u00e3. N\u00f3s temos tamb\u00e9m carne texturizada de tucum\u00e3, substituta da carne de soja. E tamb\u00e9m temos a\u00e7a\u00ed e tucum\u00e3 liofilizados.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Para ela, a sociobioeconomia \u00e9 a matriz econ\u00f4mica mais vi\u00e1vel para minimizar os impactos da crise clim\u00e1tica e promover distribui\u00e7\u00e3o de renda nos territ\u00f3rios para quem defende e depende dele.<\/p>\n<p><strong>PRISCILA:<\/strong> At\u00e9 porque ela \u00e9 muito concentrada em m\u00e3o de obra, diferente das tecnologias convencionais, e voc\u00ea consegue fazer uma maior distribui\u00e7\u00e3o de renda com os produtos oriundos da sociobioeconomia do que uma <em>startup<\/em> de inova\u00e7\u00e3o, por exemplo, voc\u00ea replica facilmente, aumenta a escala, favorece a escala em termos de recurso financeiro e capital, mas a m\u00e3o de obra e a empregabilidade n\u00e3o chega na mesma velocidade. Ent\u00e3o, como uma matriz de desenvolvimento \u00e9, provavelmente, se n\u00e3o a principal, uma das mais importantes.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Priscila \u00e9 natural de Minas Gerais e decidiu firmar seu neg\u00f3cio em Manaus. J\u00e1 o paraense Paulo Reis, cofundador das empresas de alimento Manioca e Amazonique, trabalha pela valoriza\u00e7\u00e3o cultural de sua regi\u00e3o e pelo desenvolvimento de uma cadeia produtiva sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p><strong>PAULO:<\/strong> O neg\u00f3cio tem um senso de prop\u00f3sito muito grande, \u00e9 movido por um interesse genu\u00edno de gerar impacto, gerar preserva\u00e7\u00e3o, gerar valoriza\u00e7\u00e3o cultural e tamb\u00e9m de gerar inova\u00e7\u00e3o a partir desse ingrediente. E, via de regra, essa \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o feita de forma muito direta entre o neg\u00f3cio e comunidades de todos os tipos, povos tradicionais. E essas comunidades viram fornecedoras, e a partir dessa rela\u00e7\u00e3o de fornecimento de mat\u00e9ria-prima, a gente desenvolve assist\u00eancia t\u00e9cnica, gera renda, cria uma rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a de longo prazo, e muitas vezes isso se desenrola para uma rela\u00e7\u00e3o de desenvolvimento de produto, de vender, de profissionaliza\u00e7\u00e3o. Em alguns casos, como \u00e9 o caso da Manioca, mas a Amazonique ainda n\u00e3o est\u00e1 nesse grau de maturidade, a gente monitora esse impacto. Ent\u00e3o a gente monitora que renda a gente gera, qual \u00e9 a \u00e1rea preservada em fun\u00e7\u00e3o dessa cadeia, desse produtor, qual que \u00e9 a assist\u00eancia t\u00e9cnica que a gente pode gerar, alguns neg\u00f3cios mensuram carbono, pegada de carbono ou sequestro de carbono, outros neg\u00f3cios mensuram o trabalho ligado e associado a povos tradicionais espec\u00edficos, tipo povos ind\u00edgenas, quilombolas ou mulheres ind\u00edgenas.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> A Manioca nasceu em 2014 com foco em produtos aliment\u00edcios gerados a partir da mandioca e atinge mercados de 13 estados brasileiros e outros 12 pa\u00edses. A Amazonique, focada na produ\u00e7\u00e3o de sucos de frutas amaz\u00f4nicas, foi criada em 2022 e, por enquanto, pode ser encontrada nas prateleiras da capital paraense. Tanto Paulo como Priscila fazem parte da Associa\u00e7\u00e3o dos Neg\u00f3cios de Sociobioeconomia da Amaz\u00f4nia, a Assobio.<\/p>\n<p><strong>PAULO:<\/strong>\u00a0O que todos n\u00f3s temos em comum \u00e9 ter um neg\u00f3cio de produto ou servi\u00e7o que tem como princ\u00edpio usar a nossa biodiversidade, a nossa cultura na Amaz\u00f4nia, para gerar neg\u00f3cios, para gerar inova\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m usar os nossos neg\u00f3cios para gerar preserva\u00e7\u00e3o e valoriza\u00e7\u00e3o dessa cultura e dessa biodiversidade.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> A Assobio agrega 75 empresas, com mais de 600 empregos gerados e faturamento acima de R$ 42 milh\u00f5es. Cerca de 60% dos neg\u00f3cios s\u00e3o aliment\u00edcios, mas h\u00e1 outros setores como cosm\u00e9ticos, f\u00e1rmacos, acess\u00f3rios e moda. Juntas, as empresas compram aproximadamente 100 ingredientes diferentes, que v\u00e3o al\u00e9m das principais cadeias econ\u00f4micas da regi\u00e3o, como o a\u00e7a\u00ed, o cacau e a borracha. Para o desenvolvimento sociobioecon\u00f4mico da Amaz\u00f4nia, o foco \u00e9 multiplica pequenas e m\u00e9dias iniciativas.<\/p>\n<p><strong>PAULO:<\/strong> A gente, na Amaz\u00f4nia, est\u00e1 muito habituado a pensar sempre em projetos grandes, como se aqui fosse um lugar que tem muita terra para pouca gente, isso era uma frase dita pelo Brasil por muitos anos, e como se a gente aqui tivesse sempre que ter uma interven\u00e7\u00e3o de grande escala de fora da regi\u00e3o aqui. E eu acho que \u00e9 muito mais saud\u00e1vel para a regi\u00e3o que a gente pense na cria\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de v\u00e1rios pequenos e m\u00e9dios neg\u00f3cios por toda a Amaz\u00f4nia. Alguns deles podem se tornar grandes neg\u00f3cios? Podem se tornar grandes neg\u00f3cios. Mas eu acho que \u00e9 invi\u00e1vel a gente apostar na Amaz\u00f4nia como um lugar de fornecimento de mat\u00e9rias-primas apenas para grandes neg\u00f3cios. Ou esses neg\u00f3cios n\u00e3o vir\u00e3o para c\u00e1 porque isso reduz a competitividade deles, ou esses grandes neg\u00f3cios vir\u00e3o para c\u00e1 de uma forma agressiva que vai exatamente se contrapor, prejudicar, danificar a biodiversidade e as nossas tradi\u00e7\u00f5es, o nosso modo de vida que a gente tanto quer preservar.<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\u00a0\ud83c\udfb6<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Saindo dos alimentos, vamos para a ind\u00fastria da moda, mas utilizando, \u00e0s vezes, as mesmas \u00e1rvores.\u00a0No caso, a semente do a\u00e7a\u00ed, o coco do baba\u00e7u, a fibra do tucum\u00e3 ou a tintura do urucum.<\/p>\n<p><strong>ELIJANE: <\/strong>Elijane, com J, Nogueira de Vasconcelos. Nasci em Manaus, Amazonas. A gradua\u00e7\u00e3o em Direito pela Universidade Federal aqui do Estado, do Amazonas, com especializa\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Criminais. Hoje em dia eu coloco a dire\u00e7\u00e3o executiva da Yanci\u00e3, que \u00e9 uma microempresa.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Foi a partir de experi\u00eancias e aprendizados com comunidades tradicionais da floresta que a manauara Elijane fundou a Yanci\u00e3, uma microempresa voltada para artigos artesanais de moda, aproveitando sua bagagem da \u00e1rea ambiental e a\u00e7\u00f5es e estudos nas quest\u00f5es de vulnerabilidade social.<\/p>\n<p><strong>ELIJANE:<\/strong>\u00a0Comecei a voltar o meu olhar para a minha regi\u00e3o, porque j\u00e1 come\u00e7ava a se falar muito nas quest\u00f5es do antropoceno, das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, o quanto isso j\u00e1 estava afetando muito aqui a nossa regi\u00e3o. E a\u00ed, quando eu retorno para c\u00e1, em 2021, teve uma grande cheia aqui nessa \u00e9poca. Eu me conectei com a representante na \u00e9poca do Fashion Revolution, que \u00e9 um movimento global por uma moda com mais responsabilidade, n\u00e9? E da\u00ed eu fui desenvolver alguns estudos dentro de cursos extracurriculares, como o Artesanato na Moda, atrav\u00e9s da institui\u00e7\u00e3o Fashion for Future, que s\u00e3o brasileiras que estudam a moda italiana, para desenvolver a moda brasileira nesse sentido de conte\u00fado e com o que a gente tem aqui no nosso pa\u00eds. J\u00e1 com esse foco tamb\u00e9m da quest\u00e3o de desenvolvimento socioecon\u00f4mico, n\u00e9? Tamb\u00e9m fiz o curso de moda decolonial, pra gente desenvolver uma cultura de moda a partir dos nossos territ\u00f3rios, n\u00e9? Isso com a Evaporanga, fiz o curso de como n\u00e3o cometer apropria\u00e7\u00e3o cultural e essas metodologias novas de trabalho entre iniciativas privadas e comunidades ind\u00edgenas, ribeirinhas, quilombolas, que j\u00e1 s\u00e3o historicamente marginalizadas, vulnerabilizadas e hoje em dia a gente come\u00e7a a ver essa busca muito pelas pr\u00f3prias empresas, do mercado da moda, pelos conhecimentos, pelos materiais dentro dessas comunidades.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> A presen\u00e7a amaz\u00f4nica e a vis\u00e3o decolonial come\u00e7am pelo nome da marca: Yanci\u00e3.<\/p>\n<p><strong>ELIJANE:<\/strong>\u00a0De Yasi, que \u00e9 com Y, a deusa-lua da Vit\u00f3ria R\u00e9gia, da mitologia das Amazonas, das Ykamiabas, que \u00e9 aquela lenda e a hist\u00f3ria das mulheres que lutavam aqui por esse territ\u00f3rio na \u00e9poca da invas\u00e3o, dos colonizadores. E uma mistura com a palavra anci\u00e3,\u00a0para honrar esses conhecimentos tradicionais, essas mulheres que det\u00eam esses saberes, que por muito tempo foram violentadas, marginalizadas, invisibilizadas pelo pr\u00f3prio mercado do artesanato, que muitas vezes nem dava refer\u00eancia desses trabalhos, desses conhecimentos tradicionais.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> N\u00f3s contamos essa hist\u00f3ria das Ykamiaba no teaser dessa s\u00e9rie. A lenda das mulheres guerreiras que foi associada \u00e0 lenda europeia das Amazonas e acabou dando nome ao rio, \u00e0 floresta e ao estado. Voltando \u00e0 Yanci\u00e3, o modelo de neg\u00f3cio \u00e9 baseado na curadoria das pe\u00e7as e na valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho das artes\u00e3s.<\/p>\n<p><strong>ELIJANE:<\/strong> Em 2021 eu fiz o registro do nome comecei com um showroom dentro da minha casa e fazendo feiras. O modelo de neg\u00f3cio \u00e9 a curadoria, eu fui fazendo uma pesquisa aut\u00f4noma para entender dentro do meu estado do Amazonas, eu tenho esse limite territorial. Para entender os materiais que a gente possui, os biomateriais aqui dentro do nosso territ\u00f3rio, e os conhecimentos tradicionais, porque parte desses materiais vem de saberes ancestrais, de comunidades ind\u00edgenas que j\u00e1 utilizavam at\u00e9 para a pr\u00f3pria subsist\u00eancia, seja para fazer rede de pesca, at\u00e9 vender mesmo os produtos e tudo mais. E da\u00ed eu vinha fazendo essa curadoria para entender um pouco dos materiais e de onde vinham, quem eram as comunidades, entender os arranjos produtivos, a forma de coleta, de beneficiamento. Tudo que a gente compra, de onde vem, do que \u00e9 feito, quem \u00e9 que faz, se os pagamentos por esses produtos s\u00e3o justos, dado o trabalho, muitas vezes, que nem \u00e9 regulamentado, s\u00e3o, \u00e0s vezes, cadeias produtivas muito invisibilizadas e subvalorizadas. E entender tamb\u00e9m o que \u00e9 tradicional por essas quest\u00f5es at\u00e9 do direito mesmo de propriedade intelectual, para n\u00e3o ocorrer apropria\u00e7\u00e3o. E hoje a gente desenvolve cole\u00e7\u00f5es a partir desse trabalho de curadoria, at\u00e9 para eu entender como s\u00e3o os processos, de onde vem, para a partir da\u00ed desenvolver as nossas cole\u00e7\u00f5es, os nossos pr\u00f3prios produtos com o desenho da Yanci\u00e3.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> Ela explica que n\u00e3o se trata de revenda de materiais amaz\u00f4nicos. O trabalho envolve pesquisa e troca de saberes com artes\u00e3s.<\/p>\n<p><strong>ELIJANE:<\/strong> As pe\u00e7as s\u00e3o feitas por artes\u00e3s que est\u00e3o aqui em Manaus e em outras comunidades e associa\u00e7\u00f5es, das quais at\u00e9 j\u00e1 acontece a retirada da mat\u00e9ria-prima. Tem associa\u00e7\u00f5es que j\u00e1 fazem esse trabalho at\u00e9 o produto final, toda a coleta, beneficiamento e tramo, ent\u00e3o eu j\u00e1 pego ali o produto pronto, a partir dessas associa\u00e7\u00f5es.\u00a0N\u00e3o fa\u00e7o apenas uma revenda, \u00e9 tudo isso que envolve a pesquisa. Com artes\u00e3s aqui, muitas vezes os insumos v\u00eam do interior, s\u00e3o as fibras de tucum, pia\u00e7aba, os pigmentos, as sementes de a\u00e7a\u00ed, tucum\u00e3. E a\u00ed algumas artes\u00e3s trabalham aqui,\u00a0eu fui fazendo esse mapeamento e incorporando no projeto da Yanci\u00e3. O mais forte at\u00e9 aqui foi o processo de curadoria. S\u00e3o pe\u00e7as que s\u00e3o pe\u00e7as \u00fanicas, eu fa\u00e7o essa sele\u00e7\u00e3o. O\u00a0meu trabalho iniciou como uma curadoria, de artesanatos mais sofisticados, digamos assim. E agora eu j\u00e1 passo ao passo de desenvolvimento do produto, da cole\u00e7\u00e3o, porque eu estou com o diretor criativo na equipe, e pensando tamb\u00e9m na profundidade dos arranjos produtivos, para a gente poder garantir uma pigmenta\u00e7\u00e3o que n\u00e3o manche, um produto que tenha mais tempo, de durabilidade, por serem produtos vegetais, em grande parte.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> E a crise clim\u00e1tica? Como\u00a0impacta os neg\u00f3cios da sociobioeconomia?<\/p>\n<p><strong>ELIJANE:<\/strong> Com certeza, n\u00e9? Seja pela log\u00edstica, n\u00e9? De chegar aqui o material, a seca prejudica, aumenta muito o valor de tudo, n\u00e9? Tudo est\u00e1 muito mais caro por conta da crise clim\u00e1tica. E tamb\u00e9m o pr\u00f3prio cultivo nas comunidades, tipo a falta de recursos, essa desregularidade do clima que antes tinha uma sazonalidade do produto. Isso impacta diretamente o cultivo e a produ\u00e7\u00e3o dessas sementes, dessas fibras. E tamb\u00e9m uma falta dessas pol\u00edticas p\u00fablicas de manejo, de incentivos, porque muitas vezes, por o artesanato ter tido essa vis\u00e3o de subvaloriza\u00e7\u00e3o, dentro de todo o mercado, do pr\u00f3prio mercado de moda. As sementes ficam como se fosse algo que n\u00e3o tivesse valor, n\u00e3o se compara o valor de uma semente com o ouro, mas quando, na verdade, se a gente for olhar isso com mais profundidade e com a demanda que a gente tem, a verdadeira riqueza est\u00e1 nisso, nessa biodiversidade, nesses biomateriais. O artesanato tem crescido, a ind\u00fastria da moda tem se voltado para os nossos materiais aqui e as mulheres que fazem essa retirada, n\u00e3o s\u00f3 mulheres, todos que vivem ali nas comunidades, eles t\u00eam que ir cada vez mais fundo na floresta, sabe? N\u00e3o tem essa forma\u00e7\u00e3o, esse letramento do pr\u00f3prio valor do trabalho. Ent\u00e3o, acabam tirando e v\u00e3o cada vez mais adentro das florestas, n\u00e3o existe esse plano de manejo respons\u00e1vel desses materiais.<\/p>\n<p><strong>PASSAGEM<\/strong><\/p>\n<p><strong>PRISCILA:<\/strong> N\u00e3o vejo possibilidade de melhora para os pr\u00f3ximos anos, pelo menos por enquanto. E o impacto gerado da seca, o Tucum\u00e3, que \u00e9 uma cadeia que a gente trabalha foi muito prejudicada esse ano. Essa seca est\u00e1 impactando e gerando, em alguns casos, a esteriliza\u00e7\u00e3o das sementes. A gente teve dificuldade de conseguir sementes f\u00e9rteis para poder micropropagar. Ent\u00e3o eu vejo que j\u00e1 est\u00e1 impactando e a tend\u00eancia \u00e9 ser cada vez mais forte.<\/p>\n<p><strong>PASSAGEM<\/strong><\/p>\n<p><strong>PAULO: <\/strong>Primeiro tem uma maneira mais objetiva, que \u00e9 pre\u00e7o. A seca prejudica as safras, ent\u00e3o existe uma produtividade menor e a gente, portanto, paga mais caro pelas mat\u00e9rias-primas. Segundo, seca na Amaz\u00f4nia significa log\u00edstica, porque a nossa principal log\u00edstica na Amaz\u00f4nia inteira \u00e9 pelos rios. Ent\u00e3o, a gente sente tamb\u00e9m com o aumento do pre\u00e7o na log\u00edstica, ou em alguns casos, com a impossibilidade de trabalhar com alguns produtos em fun\u00e7\u00e3o da log\u00edstica. Agora, a gente teve recentemente um produto cujo pre\u00e7o do frete tinha aumentado 52%. Em fun\u00e7\u00e3o das secas, o produto deveria vir de Santar\u00e9m para Bel\u00e9m de barco e n\u00e3o p\u00f4r de vir de barco pelo que vir de caminh\u00e3o. E eu acho que \u00e9 uma terceira forma, o clima afeta muito a produ\u00e7\u00e3o, seja extrativa, seja agricultura. Tem uma quest\u00e3o tamb\u00e9m de motiva\u00e7\u00e3o e tal. \u00c9 muito duro a gente na regi\u00e3o, com pequenas iniciativas, lidando com uma s\u00e9rie de desafios, fazendo a nossa parte, lidar do nosso lado com o cen\u00e1rio em que est\u00e1 tudo pegando fogo. Ent\u00e3o a gente teve nesse ano agora o maior volume de queimadas de muitos anos. Tivemos juntos agora em Santar\u00e9m, a gente estava literalmente respirando fuma\u00e7a, a cidade estava cheirando a queimado, parecia que a gente estava do lado de uma mata pegando fogo. Ent\u00e3o eu acho que isso mexe muito com a autoestima, com a motiva\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o amaz\u00f4nica, porque fica parecendo, como sempre apareceu na nossa hist\u00f3ria de Brasil, que a gente est\u00e1 aqui pegando fogo e ningu\u00e9m est\u00e1 ligando muito para isso.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> O cen\u00e1rio \u00e9 muito ruim, mas \u00e9 das pequenas a\u00e7\u00f5es que brota a esperan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>PAULO:<\/strong> Eu me sinto tendo essa capacidade de em determinados momentos olhar para o lado positivo, olhar para possibilidades de inova\u00e7\u00e3o olhar para quanto o mercado est\u00e1 mais interessado para isso, que a gente n\u00e3o teve nunca na nossa hist\u00f3ria uma oportunidade t\u00e3o grande de se comunicar com o Brasil, um interesse t\u00e3o grande do Brasil e do mundo pela Amaz\u00f4nia uma abertura t\u00e3o grande para que a gente ocupe, comece pelo menos a ocupar espa\u00e7o de protagonismo. Ent\u00e3o, acho que tem muitas coisas positivas. A gente nunca teve na Amaz\u00f4nia uma disponibilidade t\u00e3o grande de recursos financeiros para investir em conserva\u00e7\u00e3o, restaura\u00e7\u00e3o, para investir em neg\u00f3cios de bioeconomia. A gente nunca teve t\u00e3o na crista da onda como estamos hoje. Ent\u00e3o, eu acho que, para a gente, a gente tem vivido, nesses \u00faltimos anos, diria que desde 2019, uma crescente de oportunidades para quem trabalha com Amaz\u00f4nia, para quem quer discutir a Amaz\u00f4nia e tal. O problema \u00e9 que essas oportunidades de fato v\u00eam junto com o aumento do problema que a gente est\u00e1 lidando.<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\u00a0\ud83c\udfb6<\/strong><\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> O que esperar do futuro? Depende de todos n\u00f3s saber esperan\u00e7ar. Lembrando Paulo Freire, patrono da educa\u00e7\u00e3o brasileira: \u201cesperan\u00e7a do verbo esperar n\u00e3o \u00e9 esperan\u00e7a, \u00e9 espera. Esperan\u00e7ar \u00e9 se levantar, esperan\u00e7ar \u00e9 ir atr\u00e1s, esperan\u00e7ar \u00e9 construir, esperan\u00e7ar \u00e9 n\u00e3o desistir!\u201d<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\u00a0\ud83c\udfb6<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p><strong>CR\u00c9DITOS<\/strong><\/p>\n<p>O podcast <em>Trilhas Amaz\u00f4nicas<\/em> \u00e9 uma parceria entre a<a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong> Ag\u00eancia Brasil<\/strong><\/a> e a <strong><a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/radioagencia-nacional\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Radioag\u00eancia Nacional<\/a><\/strong>, dois servi\u00e7os p\u00fablicos de m\u00eddia da <strong>Empresa Brasil de Comunica\u00e7\u00e3o<\/strong>, a <strong>EBC<\/strong>.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie abre o ano da Trig\u00e9sima Confer\u00eancia da ONU sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas, a COP30, que vai\u00a0ser realizada em Bel\u00e9m, em novembro.<\/p>\n<p>A equipe viajou a convite da CCR, patrocinadora do TEDxAmaz\u00f4nia 2024.<\/p>\n<p>A reportagem, entrevistas e apresenta\u00e7\u00e3o foram minhas, Rafael Cardoso.<\/p>\n<p>Adapta\u00e7\u00e3o, roteiro, edi\u00e7\u00e3o e montagem de Akemi Nitahara.<\/p>\n<p>Coordena\u00e7\u00e3o de processos e supervis\u00e3o de Beatriz Arcoverde, que tamb\u00e9m faz a implementa\u00e7\u00e3o web junto com Lincoln Ara\u00fajo.<\/p>\n<p>Mara R\u00e9gia gravou a vinheta e os t\u00edtulos dos epis\u00f3dios.<\/p>\n<p>A trilha sonora original foi composta para n\u00f3s por Ricardo Vilas.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m utilizamos a m\u00fasica Japur\u00e1 River, de Uakti e Philip Glass.<\/p>\n<p>Identidade visual da equipe de arte da EBC.<\/p>\n<p><strong>RAFAEL:<\/strong> No pr\u00f3ximo epis\u00f3dio, vamos explicar como a tecnologia ajuda a conservar a biodiversidade na Amaz\u00f4nia. At\u00e9 l\u00e1!<\/p>\n<p><strong>SOBE SOM\u00a0\ud83c\udfb6<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<p><button class=\"accordion\">\u00a0<span>Videocast em Libras<\/span><\/button> <\/p>\n<div class=\"panel\">Em breve<\/div>\n<p><button class=\"accordion\"><svg fill=\"none\" height=\"24\" viewbox=\"0 0 24 24\" width=\"24\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\"> <g clip-path=\"url(#clip0_1_77)\"> <path d=\"M12 21C16.9706 21 21 16.9706 21 12C21 7.02944 16.9706 3 12 3C7.02944 3 3 7.02944 3 12C3 16.9706 7.02944 21 12 21Z\" stroke=\"white\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path> <path d=\"M16.7906 10.1531C15.306 9.39364 13.6619 8.99838 11.9942 9.00001C10.3265 9.00164 8.6832 9.40012 7.20001 10.1625\" stroke=\"white\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path> <path d=\"M15.4031 12.8156C14.3473 12.2781 13.179 11.9986 11.9942 12.0002C10.8094 12.0019 9.64185 12.2845 8.58749 12.825\" stroke=\"white\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path> <path d=\"M14.0156 15.4781C13.3909 15.1618 12.7002 14.998 12 15C11.2972 15.0014 10.6042 15.165 9.97501 15.4781\" stroke=\"white\" stroke-linecap=\"round\" stroke-linejoin=\"round\"><\/path> <\/g> <defs> <clippath id=\"clip0_1_77\"> <rect fill=\"white\" height=\"24\" width=\"24\"><\/rect> <\/clippath> <\/defs> <\/svg> <span>Epis\u00f3dios no Spotify<\/span><\/button> <\/p>\n<div class=\"panel\"><iframe allow=\"autoplay; 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let video = videos = document.querySelectorAll('iframe, video'); let i; for (i = 0; i < acc.length; i++) { acc[i].addEventListener(\"click\", function() { this.classList.toggle(\"active\"); let panel = this.nextElementSibling; if (panel.style.maxHeight) { panel.style.maxHeight = null; stopVideos() } else { panel.style.maxHeight = \"fit-content\" || panel.scrollHeight + \"px\"; } }); } let stopVideos = function () { let videos = document.querySelectorAll('iframe, video'); Array.prototype.forEach.call(videos, function (video) { if (video.tagName.toLowerCase() === 'video') { video.pause(); } else { let src = video.src; video.src = src; } }); }; \/\/--><!]]]]><![CDATA[> \/\/--><!]]>\n<\/script> <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<style type=\"text\/css\">\n<!--\/*--><![CDATA[\/* ><!--*\/\n<!--\/*--><![CDATA[\/* ><!--*\/ .accordion-container h1, .accordion-container h2, .accordion-container h3 { text-align: center; } .accordion-container > *:not(:nth-last-child(2)){ margin-bottom: 4px; } \/* Style the buttons that are used to open and close the accordion panel *\/ .accordion { background-color: #005bab; 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