Sessão extraordinária interrompe recesso dos vereadores de Capim Grosso.

Sessão extraordinária interrompe recesso dos vereadores de Capim Grosso.

Aconteceu na última quarta-feira, 10 de janeiro, a primeira sessão da Câmara Municipal de Vereadores do ano de 2018, em caráter extraordinário, com projetos aprovados no intuito de beneficiarem a população.

Foram aprovados os seguintes projeto: Lei 175/2017, “Dispõe sobre a criação do Fundo Municipal de Apoio à Agricultura Familiar – FUMAF”; Lei 183/2017, “Acrescenta os artigos 16,17 e o anexo I da Lei nº 367 de 29 de Setembro de 2017, que dispõe “sobre a criação do Departamento Municipal de Trânsito – DMT, da Junta Administrativa de Recursos de Infração – JARI, criando os cargos necessários para funcionamento do Departamento Municipal de Trânsito e da Junta Administrativa de Recursos de Infração”; e Lei 184/2017, “Autoriza o Poder Executivo Municipal a Desapropriar Bem Imóvel e Autoriza a Concessão de Direito Real de uso de bem público deste imóvel para a empresa CONSEO – Consultoria Serviços e Obras LTDA – EPP”.

O Vereador Jefferson Ferreira comentou sobre os projetos em tramitação e disse que o mandato está à disposição para atender os interesses dos capimgrossenses.

Samoel Moto Táxi disse que a presença na sessão extraordinária é importante, mas o projeto que cria fundo da agricultura com taxas para o agricultor, ele e totalmente contra, pois o homem do campo não merece pagar taxas e sim ser contemplado.

Jó Queiroz disse que a sessão extraordinária é para votação de importantes projetos que venham beneficiar o município, porém também é contra a cobrança de taxas para a zona rural. Demonstrou indignação e revolta porque fazer política em Capim Grosso é difícil, com pessoas pertencendo a grupo político acompanhados com papagaios de piratas, tentando queimar a sua imagem de oposição. Afirmou estar de consciência limpa, e que votou a favor do projeto que foi aprovado para beneficiar o Bairro Planaltino em 18 ruas. O edil pediu que o povo acorde para esse tipo de político que só pensa nas eleições de 2018 e 2020. “O prefeito que enviar um projeto de beneficiar a população tem meu apoio, não devo satisfação a líder político nenhum e sim ao povo, e não está na rua jogando conversinha, esses tipos de político que aparece na cidade de dois em dois anos, e o que tiver de denunciar contra a prefeita vou denunciar”, completou. “Precisa ter respeito pois quem está sendo beneficiado é o povo”, finalizou.

Jamber Dantas falou sobre os projetos importantes, como a criação do Fundo de Agricultura e Departamento de Trânsito e concessão de uso de um terreno para a empresa Conceo (Consultoria Serviços e Obras LTda), onde irá trazer para o município algo importante que as famílias sempre esperaram para gerar emprego e renda assim como fim do lixão, que por tantos anos atormentou aos capimgrossenses, além do impacto ambiental. “A proposta é trazer a instalação de uma usina para o lixão”, adiantou. Disse que esteve nos meios de comunicação e escolas conscientizando a população para a importância desse projeto e “o município será beneficiado tanto no setor social como no socioeconômico e a preservação do meio ambiente com destino final do lixo de forma ecologicamente correta”, finalizou.

Antonio Martinho disse que o projeto do Fundo da Agricultura nasce para impedir os direitos dos agricultores e seus familiares, “fui comunicado dessa sessão e percebi, ao receber o ofício, que é para descer de goela abaixo e esse é mais um que é injetado em sessão extraordinária, um projeto que precisa ser melhorado porque a consequência vem em dias futuros, iremos sentir pois ele restringe o acesso de políticas públicas ao homem do campo para a inserção é preciso ir na prefeitura e tirar a DAP, estou questionando um ponto que o projeto deixa claro, e essa DAP tem um valor especulado e o agricultor não tem essa renda, o agricultor familiar, a galinha, o ovo, o abate, o esterco do curral, é tudo contabilizado, amanhã pode dizer eu votei mas não sabia, fez parte e recentemente, onde a ex-Presidenta Dilma garantiu equipamento para o fomento das políticas públicas e agora começa a travar, nesse momento tenho a convicção e é mais um golpe para o campinado”, relatou. O edil garantiu apoio para outros projeto que tramitam. “Toda ação humana traz um dano para o meio ambiente e o projeto terá uma agressão menor no sentido do impacto ambiental”, concluiu referente à concessão do uso do terreno pela Conseo, para tratamento do lixo.

Nanal Vilas Boas disse que se a sessão é extraordinária, é porque tem caráter especial e se tratando da primeira sessão de 2018, apelou ao Poder Executivo para que seja mais eficaz do que em 2017, sendo importante que se modernize e planeje, oferecendo ao legislativo condição de apreciar aquilo que é enviado para à Casa. “O projeto 175/2017 está nesta Casa desde setembro do ano passado, não é uma área de entendimento técnico de minha maior apreciação, a criação do Fundo para Agricultura, é importante ouvir a explanação de Antonio Martins, pois é uma área que é dele, passei a tarde em comunicação com agricultura e diante do entendimento é que não entraria a máquina do pacto nesse projeto, pois não se pode taxar nenhuma contribuição de ninguém, mas as maquinas precisam ter um limite de uso, a garantia que uma secretaria que tecnicamente me passou confiabilidade para votação desse projeto, que não iria atingir o pequeno agricultor, o que me dá o direito de ressaltar aos amigos camponeses é para evitar que os grandes proprietários tenham acesso abusivo do que pode ser atribuído aos pequenos agricultores”, explicou. “A importância do grande projeto 184/2017 é para indústria de reutilização do lixo para transformar em energia, para dá ao município o direito de fazer a desapropriação de um terreno para essa indústria, importante iniciativa do empresário para essa grande inovação e o lado da empregabilidade que vai atingir Capim Grosso e região e vai acontecer audiência pública para explicar todos os pontos”, concluiu.

O Presidente da Câmara de Vereadores, Bruno Vitor, disse que sabe das dificuldade e falta de empregos em Capim Grosso e essa empresa vai trazer em média 200 empregos e é preciso abraçar a causa, o município não tem custo, apenas contrapartida de concessão de uso de um terreno por 30 anos, e daqui a dois anos se não gerar emprego termina o contrato e o terreno volta, e gerar no mínimo 200 empregos, imagine!”, completou. “Vai ter audiência pública para esclarecer a população, já se tem escritório com pessoas de Capim Grosso trabalhando, transformar o lixão em energia e assim será melhor explicado na audiência pública”, comentou. “Quem lembra do ITBI? à Casa retirou os projeto e para recibo não existe e sob escritura foi reduzido e jamais seremos omissos e compactuar com cobrança de taxa para o homem do campo, e não vai haver , pois a importância é para receber recursos com a Secretaria de Desenvolvimento Rural, pessoal vai deixar de ser técnico do município e passar para o estado e precisa ter essa criação em Capim Grosso, se amanhã ou depois for cobrado taxa, retornamos o projeto e isentamos, não vamos compactuar em acabar com a vida do homem do campo que já é sofrida”, finalizou.

Com informação FR NOTICIAS

Fonte:: DESTAQUES – CAPIM GROSSO

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